Endoscopia digestiva superior en hemorragia digestiva variceal

Posted on

O que esperar quando você visita o médico Pessoas com varizes hemorrágicas de doenças hepáticas podem precisar de mais tratamento para a doença hepática, incluindo um transplante de fígado .

As varizes esofágicas hemorrágicas são uma complicação grave da doença hepática e têm um desfecho fraco. O tratamento para hemorragia digestiva varia conforme a causa da doença, podendo incluir a transfusão sanguínea, o uso de medicamentos e em alguns casos, cirurgia. Os indivíduos com varizes esofágicas secundárias a cirrose hepática apresentam geralmente outros sintomas relacionados com a sua doença do fígado. Evolução clínica A hemorragia das varizes esofágicas é considerada uma emergência potencialmente fatal. Cerca de 50% dos doentes que apresentam uma hemorragia secundária a varizes esofágicas irão ter uma recorrência durante os próximos um a dois anos. Não existe vacina para prevenir a infecção pelo vírus da hepatite C. Se um doente tiver varizes esofágicas, o tratamento pode prevenir a hemorragia. Tratamento O tratamento de emergência da hemorragia por rotura de varizes esofágicas começa pela administração de sangue e de soros por via endovenosa para compensar a perda de sangue. Este tratamento reduz o excesso de pressão nas varizes esofágicas e diminui o risco de hemorragia no futuro. Quando contactar um médico A hemorragia das varizes esofágicas pode por em risco a vida dos doentes.

Principais tipos de tratamento das varizes esofágicas

  • recidiva de sangramento em mais de 50% dos pacientes após esvaziamento do balão,
  • desconforto considerável do paciente
  • alta incidência de complicações graves, quando o instrumento é utilizado por pessoas inexperientes.

Prognóstico Pelo menos 50% dos doentes que sobrevivem a uma hemorragia por varizes esofágicas encontram-se em risco de uma nova hemorragia nos próximos um a dois anos.

; As pessoas com varizes esofágicas causadas pela cirrose geralmente têm outros sintomas relacionados com a sua doença hepática . Cerca de 50% dos indivíduos que sofrem de hemorragia secundária a varizes esofágicas terão uma recorrência 1 a 2 anos após. Outras causas de hipertensão portal e varizes esofágicas são coágulos de sangue nas veias que transportam o sangue do e para o fígado e a esquistossomose. O tratamento emergente da hemorragia devido à rotura de varizes esofágicas é feito, inicialmente, pela administração de soros e de sangue por via endovenosa. Diagnóstico de emergência Na maioria dos pacientes admitidos no hospital com hemorragia gastrointestinal alta, o diagnóstico de varizes esofágicas sangrantes depende de respostas afirmativas a três perguntas. Será que o paciente tem hipertensão porta e varizes esofágicas? tratamento farmacológico da hemorragia digestiva. para o controle da hemorragia, por diminuir o fluxo para as varizes esofágicas. A Hemorragia digestiva é mais um sintoma de alguma doença do que uma doença por si mesma.

CUIDADOS DE ENFERMERÍA EN PACIENTES CON HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA POR VARICES ESOFÁGICAS EN SCCU

  • As paredes das varizes são muito finas;
  • A pressão no interior das varizes é superior à pressão no interior das veias saudáveis;
  • As varizes estão próximas à superfície do esófago.

Varizes esofágicas vistas na endoscopia Ao momento do diagnóstico de cirrose, 40% dos indivíduos com doença compensada já possuem varizes esofágicas (e 60% dos com ascite).

A ocorrência de hemorragia por varizes esofágicas é um evento catastrófico na vida de um cirrótico. Varizes esofágicas com sangramento Com a alta mortalidade decorrente do sangramento, todo portador de cirrose deve estar alerta quanto a sinais de hemorragia (tabela abaixo). O sangramento por varizes esofágicas é uma complicação potencialmente letal da cirrose, principalmente em pacientes que apresentam outras complicações clínicas da cirrose como icterícia ou episódios prévios de hemorragia varicosa. No momento do diagnóstico, varizes esofágicas estão presentes em pouco menos de 50% dos pacientes e cerca de um terço dos pacientes com cirrose hepáticadesenvolverão hemorragia varicosa. O risco de sangramento das varizes esofágicas é relacionada ao seu tamanho, grau de disfunção hepática e as chamadas marcas vermelhas ou “red spots”. As varizes gastroesofágicas são os mais relevantes colaterais portossistêmicos porque sua ruptura leva à hemorragia digestiva alta significativa com o potencial sangramento. Dada a alta taxa de recorrência, os pacientes que sobrevivem a uma hemorragia por varizes aguda devem receber tratamento para prevenir a recorrência. As varizes esofágicas são veias anômalas e dilatadas que se formam no esôfago, geralmente na sua metade inferior, e que são uma consequência possível das doenças crônicas do fígado. Estas varizes apresentam um risco elevado de hemorragia e, portanto, existem alguns tratamentos que permitem prevenir este acontecimento, sendo a Laqueação Elástica de Varizes Esofágicas um deles.

Endoscopia digestiva superior en hemorragia digestiva variceal

  • farmacoterapia
  • tratamento endoscópico crónico
  • TIPS
  • três tipos hemodinâmicos de anastomoses cirúrgicas (não seletivos, seletivos e parciais)
  • uma variedade de procedimentos sem anastomose
  • transplante hepático.

O tratamento para reduzir a pressão arterial do sangue na veia pode reduzir o risco de sangramento de varizes esofágicas.

Se as varizes esofágicas têm um alto risco de hemorragia, o médico pode recomendar um procedimento chamado ligadura elástica. O transplante de fígado é uma opção para pessoas com doença grave do fígado ou aqueles que têm sangramento recorrentes das varizes esofágicas. O sangramento ocorre na maioria das pessoas que têm hemorragia de varizes esofágicas. Tratar a causa do sangramento de varizes esofágicas pode ajudar a evitar a sua recorrência e tratar a doença do fígado que pode impedir o seu desenvolvimento. Enquanto medicamentos bloqueadores beta são eficazes na prevenção de hemorragias em muitas pessoas que têm varizes esofágicas, não impedem a formação de novas veias. Saiba mais: - Varizes esofágicas são causa frequente de hemorragia do tubo digestivo, dando origem a hematêmese e melena. De maio de 2005 a maio de 2007, foram admitidos, no PS do HCFMUSP, 480 pacientes com hemorragia digestiva alta (HDA) provocada por hemorragia varicosa esofágica. Menos causas comuns de hipertensão portal e varizes esofágicas incluem coágulos sanguíneos nas veias que levam ao fígado e esquistossomose. Pessoas com varizes esofágicas causadas por cirrose geralmente terão outros sintomas relacionados à doença hepática.

VPs: Escleroterapia indicada principalmente para:- Hemorragia ativa durante endoscopia ou mais comummente- Varizes como unica causa identificavel da hemorragia aguda

se as varizes esofágicas mais comuns não se manifestar antes das complicações mais graves - hemorragia.

tratamento também inclui medidas conservadoras: o tratamento da doença de base, a medicação para parar a hemorragia. Quando o sangue é limpo a partir do sistema através da veia porta via colaterais gástricos vasos nas veias esofágicas, pelo que a pressão nele é aumentada significativamente. O ultra-som do abdômen, ressonância magnética do fígado ajuda a identificar doenças subjacentes, o que levou à formação de varizes esofágicas. O método mais informativo do diagnóstico de varizes esofágicas é esofagogastroduodenoscopia - quando visto a partir do lúmen do corpo através do endoscópio pode ver as veias azuladas abaulamento nós. Desenvolvimento de hemorragia é a complicação mais grave de varizes esofágicas. Resumo A hemorragia digestiva alta decorrente da ruptura de varizes esofágicas é causa importante de morbimortalidade entre os pacientes com hipertensão porta. A profilaxia primária da hemorragia digestiva requer triagem precoce para a presença de varizes. Selecionado o paciente com risco, a confirmação seria realizada pela endoscopia digestiva alta, uma vez que esse exame apresenta custo significativo e desconforto para o paciente, especialmente para as crianças. Palavras-chave: Varizes Esofágicas e Gástricas; Hipertensão Portal; Hemorragia Gastrointestinal; Endoscopia Gastrointestinal; Cirrose Hepática; Fatores de Risco.

A severidade da hemorragia inicial - é o indicador mais importante para endoscopia aguda, visto que hemorragia incial grande aumenta a probabilidade de hemorragia recorrente

Resulta na formação de varizes esofágicas (VEs), varizes gástricas e gastropatia da hipertensão porta e, como consequência, na hemorragia digestiva alta (HDA).

Estudos sobre a prevalência de varizes esofágicas e hemorragia digestiva em crianças e adolescentes A maioria dos dados sobre a história natural das VEs procede de estudos em adultos. As principais complicações incluem hemorragia digestiva por varizes esofágicas ou gástricas, ascite e peritonite bacteriana espontânea e síndrome hepatorrenal. em 40% das crianças com hemorragia digestiva devido a varizes de esôfago. A hipoalbuminemia, que com frequência acompanha essa doença hepática crónica avançada, também pode contribuir para a formação de ascite. FONTE: http://www.misodor.com/HIPERTENSAO%20PORTAL.php Hipertensão porta é uma síndrome clínica decorrente de doenças hepáticas e extra-hepáticas, tendo como principal complicação a hemorragia digestiva alta por sangramento de varizes esofagianas. O portador pode apresentar diversas complicações entre elas a hemorragia por varizes esofágicas, a ascite (e peritonite bacteriana espontânea), a desnutrição, a encefalopatia hepática e o hepatocarcinoma. Define-se por hipertensão portal clinicamente significante (HPCS) níveis de GPVH superiores a 10mmHg, ponto de corte também para formação de varizes esofágicas. Nos pacientes com cirrose e varizes esofágicas se recomenda a prevenção da primeira hemorragia com betabloqueadores. Estas varizes apresentam um risco elevado de hemorragia e, portanto, existem alguns tratamentos que permitem prevenir este acontecimento, sendo a Ligadura Elástica de Varizes Esofágicas um deles.

Pctes com varizes de pequeno calibre sem profilaxia devem realizar EDA anualmente independente do grau de doença.

Hemorragia: durante muitos anos prevaleceu o conceito de que varizes esofágicas e gástricas de calibre maior sempre iriam sangrar e que, portanto, a indicação cirúrgica aplicava-se a todos os casos. Entretanto, estudos bem conduzidos mostraram que, mesmo os pacientes portadores de grandes varizes, raramente apresentavam hemorragia digestiva. Tendo em vista a gravidade de cada hemorragia, que pode levar à morte pelo próprio sangramento ou em decorrência de suas complicações, o paciente que sangrou deve ser tratado adequadamente. Após a interrupção da hemorragia, deve-se suturar as demais varizes intragástricas e esofágicas distais. A hemorragia abdominal e, mais especificamente, digestiva alta é outra complicação que pode ocorrer no pós-operatório de hipertensão porta. Todo paciente com hipertensão porta esquistossomática e que necessita de tratamento cirúrgico deve ser considerado como portador de doença grave e ser tratado como tal. Os principais fatores de risco para a hemorragia digestiva alta decorrente da ruptura de varizes esofagogástricas são: – hipertensão porta superior a 12 mmHg; A hemorragia por varizes esofagogástricas, uma complicação da hipertensão portal em pacientes com cirrose, é responsável por 10-30% de todos os casos de hemorragia digestiva alta. Esta combinação faz varizes esofágicas muito perigoso, porque eles podem explodir e causar hemorragia com risco de vida. Varizes esofágicas vistas na endoscopia Ao momento do diagnóstico de cirrose, 30 a 40% dos indivíduos com doença Digestiva consideram adequada e suficiente a classificação endoscópica das varizes esofágicas que possível em qualquer paciente com hemorragia digestiva alta e suspeita Os pacientes eram cirróticos, apresentavam hipertensão porta com pressão > 12 mmHg e varizes esofágicas grau 2 ou 3 à endoscopia com ou sem histórico de hemorragia digestiva alta.